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24 maio

{Resenha} Bruxa da Noite - Nora Roberts

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Oi, oi pessoas!
A resenha de hoje trás uma mistura de realidade e fantasia que a Nora Roberts nos proporcionou. 

Bruxa da Noite

Editora: Arqueiro
Ano: 2015
Páginas: 320
Com pais indiferentes, Iona Sheehan cresceu ansiando por carinho e aceitação. Com a avó materna, descobriu onde encontrar as duas coisas: numa terra de florestas exuberantes, lagos deslumbrantes e lendas centenárias – a Irlanda.Mais precisamente no Condado de Mayo, onde o sangue e a magia de seus ancestrais atravessam gerações – e onde seu destino a espera.Iona chega à Irlanda sem nada além das orientações da avó, um otimismo sem fim e um talento inato para lidar com cavalos. Perto do encantador castelo onde ficará hospedada por uma semana, encontra a casa de seus primos Branna e Connor O’Dwyer, que a recebem de braços abertos em sua vida e em seu lar.Quando arruma emprego nos estábulos locais, Iona conhece o dono do lugar, Boyle McGrath. Uma mistura de caubói, pirata e cavaleiro tribal, ele reúne três de suas maiores fantasias num único pacote.Iona logo percebe que ali pode construir seu lar e ter a vida que sempre quis, mesmo que isso implique se apaixonar perdidamente pelo chefe. Mas as coisas não são tão perfeitas quanto parecem. Um antigo demônio que há muitos séculos ronda a família de Iona precisa ser derrotado.Agora parentes e amigos vão brigar uns com os outros – e uns pelos outros – para manter viva a chama da esperança e do amor.

  Iniciamos no século XVII. Sorcha a Bruxa da Noite é perseguida por um bruxo que deseja tomar seus poderes. Para se livrar disso, a tão poderosa bruxa divide seus dons entre seus filhos, fazendo assim, com que eles passem de gerações em gerações até chegarmos em Iona, uma das descendentes da Bruxa da Noite. 
  Iona é uma jovem que não possui pais amorosos, mas sua avó é incrível e está sempre cuidando e conversando com ela. Após saber da história de seus antepassados e descobrir que sua família possui magia no sangue, ela abandona sua vida e decide ir em busca de suas raízes na Irlanda. 
  E é na Irlanda que ela encontra parentes, amadurece, se conhece mais e vive um amor. Tudo isso enquanto tenta descobrir como combater o mal que vem afetando sua família há anos. 
  Com uma narrativa intercalada entre os personagens,  o livro trás uma história com muitos personagens, mas eu não consegui me identificar com nenhum deles. 
  Os seis protagonistas dão uma aula de como ser amigo de alguém haha. É lindo ver como a amizade deles se desenvolve e amadurece com o passar das páginas.
  Iona e Finn (ah, Finn <3) são completamente fofos e formam um casal incrível! A insegurança dela muitas vezes atrapalha as coisas, tanto para os dois quando para mim que fui me cansando de tanta insegurança em excesso. 
  Escrita de maneira densa, a excessividade de detalhes foi bom em algumas partes e ruim em outras. 
  No início do livro, foi complicado pegar o ritmo de leitura por causa de tantos detalhes e a leitura acabou se tornando um pouco massante, mas após engrenar na leitura  vamos nos acostumando com a forma que ele foi escrito e aprendendo um pouco mais sobre as famílias e os motivos que as ligam. Isso é muito interessante. Conseguir explicar para o leitor de maneira clara sobre o que a história se trata é importante, e nesse ponto Nora não falhou.
 O sobrenatural da história não é muito forte. O que devia ser um dos focos ficou em escanteio. 
  No fim eu me decepcionei porque eu comecei o livro esperando uma coisa completamente diferente do que eu li, e dessa vez infelizmente não foi um ponto positivo. 
  Com certeza irei ler as continuações e espero que a partir delas eu goste mais desse novo universo criado pela Nora. 
  Recomendo o livro para quem quer romance, sobrenatural e um pouco muito de mimimi (nessa ordem). 

 Tradução, Diagramação e Capa:
A tradução está fantástica, como sempre. A Arqueiro dividiu os capítulos no meio das páginas (assim como nos livros do Quarteto), e confesso que não gosto disso. Fica bem estranho, vocês não acham? A capa é fantástica! Ah, Irlanda <3

19 maio

{Resenha} Uma Longa Jornada - Nicholas Sparks

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Oi, oi pessoas!
A resenha de hoje é de uma história que foi muito comentada nos últimos meses. 



Editora: Arqueiro

Páginas: 368
Ano edição resenhada: 2015 
Aos 91 anos, com problemas de saúde e sozinho no mundo, Ira Levinson sofre um terrível acidente de carro. Enquanto luta para se manter consciente, a imagem de Ruth, sua amada esposa que morreu há nove anos, surge diante dele. Mesmo sabendo que é impossível que ela esteja ali, Ira se agarra a isso e relembra diversos momentos de sua longa vida em comum: o dia em que se conheceram, o casamento, o amor dela pela arte, os dias sombrios da Segunda Guerra Mundial e seus efeitos sobre eles e suas famílias. Perto dali, Sophia Danko, uma jovem estudante de história da arte, acompanha a melhor amiga a um rodeio. Lá, é assediada pelo ex-namorado e acaba sendo salva por Luke Collins, o caubói que acabou de vencer a competição. Ele e Sophia começam a conversar e logo percebem como é fácil estarem juntos. Luke é completamente diferente dos rapazes privilegiados da faculdade. Ele não mede esforços para ajudar a mãe e salvar a fazenda da família. Aos poucos, Sophia começa a descobrir um novo mundo e percebe que Luke talvez tenha o poder de reescrever o futuro que ela havia planejado. Isso se o terrível segredo que ele guarda não puser tudo a perder. Ira e Ruth. Luke e Sophia. Dois casais de gerações diferentes que o destino cuidará de unir, mostrando que, para além do desespero, da dificuldade e da morte, a força do amor sempre nos guia nesta longa jornada que é a vida.
Duas histórias de amor envolvidas em um livro. 
  Ira Levinson é um senhor viúvo de 91 anos que após sofrer um acidente de carro, começa a ter alucinações com Ruth, sua falecida esposa. As alucinações são o que o mantém vivo.
  Sophia Danko é uma estudante de História da Arte, é tímida e muito inteligente. Após ser salva pelo caubói Luke Collins das mãos de seu ex namorado, ela se vê em um mundo agitado e diferente, onde nele, os dois são como um só. 
  E é nessa história que embarcamos. Flashbacks de um passado lindo, interligado com um presente quente. Os casais estão de alguma forma conectados.
  Vocês, mais do que ninguém sabem que eu tenho um pequeno desgosto pelos livros do Nicholas Sparks. Mas quando eu vi esse livro nos lançamentos da Arqueiro, eu tive interesse em ler, pois tinha acabado de ver o trailer do filme (e vamos combinar que aquele ator ajuda né hehe). Então apostei na leitura e mergulhei nas palavras do tio Nick. E não é que o resultado foi satisfatório? 
  Intercalado com a visão dos três protagonistas, o livro consegue aproximar o leitor da história de uma maneira fantástica e real.
  Os personagens são fantásticos, e confesso que mesmo tendo começado a ler por causa de Luke, Ira e Ruth são o meu casal favorito. Acredito que pelo fato de já serem vividos e possuírem uma história de anos que envolve sofrimento e muita luta para ficarem juntos, eu me apeguei e me impressionei mais. Nem a morte os separou.
"Então quero que ouça o que estou lhe dizendo, Ira - continua Ruth, mal contendo sua impaciência. Ela se inclina para a frente. - Nunca, nem uma vez sequer, me arrependi de termos nos casado. Você me fez feliz e me fez rir e, se eu pudesse fazer tudo de novo não hesitaria. Olhe para a sua vida, as viagens que fizemos, as aventuras que tivemos. Como seu pai costumava dizer, nós partilhamos a mais longa jornada, essa coisa chama vida. E a minha foi cheia de alegria por sua causa."
  Luke e Sophia são definitivamente os opostos que se atraíram, e ao longo do livro vão mostrando que mesmo jovens, são maduros e se amam. 
  O livro não possui uma escrita chata ou massante. Mesmo estando repleto de flashbacks, ele segue de uma maneira fluída e gostosa. Eu poderia ler uma continuação (que não existe).
  Ele não termina deixando leitor com vontade de morrer como alguns livros do Nick tem (O Guardião </3). É uma história de vitórias, superação e amor, que no final, mesmo depois de derramar algumas lágrimas, você vai sorrir. 
  Recomendo muito o livro! É uma ótima história com aquela pegadinha sobrenatural e romance misturado com drama. Não cura uma ressaca, provavelmente deixará muitos com ela, mas vale a pena. Uma longa jornada com muitas lágrimas, risadas e Nicholas Sparks. 

O filme foi lançado em abril, mas eu ainda não vi. Conto no twitter o que eu achei dele. 


19 maio

Novas integrantes na Toca!

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Oi, oi pessoas!
Tudo bem com vocês?
Hoje eu venho aqui apresentar duas pessoas que irão me ajudar aqui com as postagens do blog. Uma delas vocês já conhecem que é a Aline que apresenta para vocês séries no Sobre Séries, e agora temos também a Carou que vai falar de filmes.
O objetivo disso é além de trazer maior variedade de conteúdo, é não ficar sem postagens.
Serão
11 maio

{Sobre Séries} Bates Motel

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Oi, oi pessoas!
O post de hoje é mais um Sobre Séries feito pela Aline lá do AlFraga Design.



Bates Motel
Formato: Série
Gênero: Drama/Terror/Suspense
Titulo Traduzido: Motel Bates (PT)
Elenco: Vera Farmiga/Freddie Highmore/Max Thieriot/Olivia Cooke Nestor Carbonell/Nicola Peltz
Produtores: Justis Greene
Criadores: Carlton Cuse/Kerry Ehrin/Anthony Cipriano
Após a misteriosa morte de seu marido, Norma Bates decidiu começar uma nova vida longe do Arizona, na pequena cidade de White Pine Bay, em Oregon, e leva o filho Norman, de 17 anos, com ela. Ela comprou um velho motel abandonado e a mansão ao lado. Mãe e filho sempre compartilharam uma relação complexa, quase incestuosa. Trágicos acontecimentos vai empurrá-los ainda mais. Todos eles agora compartilham um segredo obscuro.
  A série define os acontecimentos retratados antes do filme "Psicose". É um prólogo contemporâneo que mostra a vida conturbada de Norma e Norman Bates. A história é cercada de assassinatos que sempre envolvem direta ou indiretamente a família Bates, e também conta o que levou ela a comprar o Mote. Ao longo dos episódios é notável que as coisas não são como realmente aparentam ser.
  Norma Bates é uma mãe super protetora, a princípio vemos o quanto ela sufoca com tudo isso, e  Norman Bates seu  ultimogênito é um  jovem que tem distúrbios psicológicos e demonstra perigo para a sociedade. Norma acredita que apenas ela pode protegê-lo de sua dupla personalidade e notará que a pacata cidade que escolheu para recomeçar uma nova vida tranquila não é tão acolhedora quanto parece e colocará em risco seus segredos.
  Bates Motel é uma série perturbadora cheia de mistérios e terror. Para quem gosta de suspense cada episódio irá despertar interesse. É um gênero diferente do que eu costumo assistir, apesar de ter um terror não é algo que tenha seres sobrenaturais como estou acostumada ver, e mesmo assim prendeu minha atenção. Então eu a considero uma ótima série e super recomendo.
  Atualmente Bates Motel possui 3 temporadas cada uma com 10 episódios. Eu estou  na 2ª temporada e até agora estou adorando! Nenhum episódio deixou a desejar e acho que vale super a pena vocês assistirem. 
  Se você já assiste, me diz ai o que achou!

 Onde a série é exibida?


  •  NetFlix (Somente a Primeira Temporada)
  •  Universal Channel

Beijos!
07 maio

{Resenha} Ligeiramente Maliciosos - Mary Balogh

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Oi, oi pessoas!
   Depois de muitos dias eu volto aqui com a resenha de um livro da editora Arqueiro. Fiz algumas modificações na minha rotina e agora estou fazendo um teste para ver de funciona. Se tudo der certo as postagens agora se normalizarão. Vamos lá? 
Ligeiramente Maliciosos

Série: Os Bedwyn
Editora: Arqueiro
Número de Páginas: 288
Ano de lançamento no Brasil: 2015
Após sofrer um acidente com a diligência em que viajava, Judith Law fica presa à beira da estrada no que parece ser o pior dia de sua vida. No entanto, sua sorte muda quando é resgatada por Ralf Bedard, um atraente cavaleiro de sorriso zombeteiro que se prontifica a levá-la até a estalagem mais próxima.Filha de um rigoroso pastor, Judith vê no convite do Sr. Bedard a chance de experimentar uma aventura e se apresenta como Claire Campbell, uma atriz independente e confiante, a caminho de York para interpretar um novo papel. A atração entre o casal é instantânea e, num jogo de sedução e mentiras, a jovem dama se entrega a uma tórrida e inesquecível noite de amor.Judith só não desconfia de que não é a única a usar uma identidade falsa. Ralf Bedard é ninguém menos do que lorde Rannulf Bedwyn, irmão do duque de Bewcastle, que partia para Grandmaison Park a fim de cortejar sua futura noiva: a Srta. Julianne Effingham, prima de Judith.Quando os dois se reencontram e as máscaras caem, eles precisam tomar uma decisão: seguir com seus papéis de acordo com o que todos consideram socialmente aceitável ou se entregar a uma paixão avassaladora?Neste segundo livro da série Os Bedwyns, Mary Balogh nos conquista com mais um capítulo dessa família que, em meio ao deslumbramento da alta sociedade, busca sempre o amor verdadeiro.

  Judith Law é  filha de um reverendo muito severo. Sua família está passando por uma crise financeira, e por esse motivo ela aceita o convide de sua tia Effingham que é rica.
  Quando está a caminho da casa de sua tia, uma forte chuva cai e deixa as estradas precárias para se viajar, mas a teimosia dos viajantes convence o condutor a seguir viagem, mas algum tempo depois a diligência tomba na estrada. 
  Após algum tempo, um cavalheiro passa e oferece ajuda. Ele oferece levá-la até a cidade mais próxima, onde pedirão ajuda e uma nova diligência para buscar os que ficaram esperando.
  Enquanto cavalga com o desconhecido, ela decide que irá aproveitar a oportunidade e realmente "viver". Mente seu nome e diz ser atriz, deixando Lorde Ralf Bedard ainda mais enlouquecido. E então,ela tem uma quente e longa noite de amor com o cavalheiro.
  Ao chegar na casa de sua tia, ela reencontra Ralf Bedar, que na verdade é Rannulf Bedwyn, irmão do duque de Bewcastle que está ali para cortejar sua prima! 
 E agora? Manterão a mentira ou deixarão a paixão tomar conta? 


"Bárbara, mas você não está enjoada de romances de época?", eu sei, eu sei, mas sabe quando você enjoa de chocolate e mesmo assim não consegue parar de comer? Essa é a minha situação com esse gênero. 
  Mary Balogh nos apresenta nesse livro, o terceiro irmão na fila pelo título, Rannulf, que está sendo pressionado pela avó que já está velha e o colocou como herdeiro. Ela deseja que ele se case antes de sua partida. 
  A narrativa é em terceira pessoa e eu, que gosto tanto desse estilo, senti que em alguns momentos a narrativa em primeira pessoa seria melhor. 
  Os personagens são cativantes. Judith é uma mulher que cresceu sentindo-se inferior aos outros por causa de seu pai, e o tempo que passa na casa de sua tia é mais como empregada do que convidada. Tem uma personalidade forte e isso é muito bom. Ela demonstra ter atitude e quando quer algo, não aceita que determinem o contrário. 
Rannulf é um Bedwyn e para quem leu Ligeiramente Casados sabe que esse adjetivo basta. Um perfeito cavalheiro que cumpre com o que diz e está determinado a fazer a avó feliz. 
  Existem outros personagens que vamos conhecendo durante a história que são muito importantes para o desenvolvimento dela, como o irmão viciado em gastar de Judith e sua avó que é motivo de vergonha para os próprios filhos. 
  Uma coisa que eu acho muito desnecessário nos livros da Mary é que ela sempre narra que o personagem principal é feio, você está no começo da história, se adaptando ao universo que acabou de entrar conhecendo os personagens e ela vem e diz que o personagem principal que provavelmente você considerará um dos seus milhões de maridos literários é feio. Arg, Balogh! 
"Não era de forma algum um homem bonito" 
 O livro segue com um bom ritmo e o final, mesmo sendo obvio é muito lindo e emocionante. Eu senti sinceridade nos atos de ambos e no fim eu estava querendo logo o próximo livro para saber mais da história deles haha. 
  Esse livro é com certeza melhor que o primeiro volume! Recomendo para quem gosta de romances de época, e se você quiser se aventurar no gênero, pode começar por esse. 

                                  Tradução, Diagramação e Capa:

   As traduções da Arqueiro estão cada vez melhores, a diagramação está linda, com uma fonte de tamanho ideal e a folha amarelada para dar aquele toque final. A capa do segundo volume é bem mais bonita que a do primeiro e ele possui orelhas. 


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